COMISSÕES COMISSÕES

CIHDOTT - Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante

A Comissão

(41) 3360.1879 – telefone direto

(41) 98871.9750 - celular       

(41) 3360.1800 – geral do Hospital

Ramais internos: 1879 ou 6591

 

e-mail: cihdott@gmail.com

CIHDOTT - Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante

 

A CIHDOTT do Complexo Hospital de Clínicas tem dentre suas atribuições, organizar no âmbito do estabelecimento de saúde, o protocolo assistencial de doação de órgãos; cobertura de 100% dos óbitos ocorridos na instituição em relação a possibilidade de doação; notificar e promover o registro de todos os casos de diagnóstico estabelecido de morte encefálica; manter o registro de óbitos ocorridos na instituição; promover e organizar o acolhimento às famílias durante todo o processo de doação, realizar educação permanente aos funcionários da instituição sobre doação de órgãos e tecidos para transplante.


Camila Girardi  Fachin - Médica

Marcos David Dos Santos - Enfermeiro

Natalie Garcia Domingos  - Enfermeira

Vanda Aparecida Tolari -  Enfermeira

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS: FALE SOBRE ISSO.

No Brasil, para ser doador de órgãos não é necessário deixar nada por escrito. Basta comunicar o seu desejo de ser um doador de órgãos à sua família. O desejo é seu, a decisão é deles, a doação só acontece após a autorização familiar documentada.

Doador vivo:

É qualquer pessoa saudável que concorde com a doação de rim ou medula óssea e, ocasionalmente, com o transplante de parte do fígado ou do pulmão, para um de seus familiares. Para doadores não parentes, há necessidade de autorização judicial.

 

Doador falecido:

Paciente internado usando respirador, com diagnóstico de morte encefálica. Podem ser doados rins, coração, pulmões, fígado, pâncreas e também tecidos, como, ossos, tendões, córneas, pele e valvas cardíacas. Um único doador pode salvar muitas vidas!

Morte encefálica é a perda irreversível das funções cerebrais, inclusive com a perda da capacidade de respirar. Morte encefálica equivale a morte, entretanto, o coração continua batendo por um tempo, e é nesse período que os órgãos podem ser utilizados para transplante. Essa condição pode ocorrer em decorrência de situações como o traumatismo craniano, acidente vascular encefálico, infecções do sistema nervoso central, tumores cerebrais.

O diagnóstico de morte encefálica faz parte da legislação nacional e do Conselho Federal de Medicina, dois médicos de diferentes áreas examinam o paciente e fazem o diagnóstico. Além disso, o diagnóstico de morte encefálica é confirmado por um exame complementar (doppler transcraniano, arteriografia, eletroencefalograma) que comprova que o encéfalo não funciona mais.

Os primeiros pacientes compatíveis que estão aguardando em lista única da Central Estadual de Transplantes. Esse processo é justo, seguro e controlado pelo Sistema Nacional de Transplantes, do Ministério da Saúde e supervisionado pelo Ministério Público.

A retirada dos órgãos e tecidos é realizada no centro cirúrgico do hospital e não causa nenhuma mutilação do corpo. O corpo do doador pode ser velado normalmente, pois não apresenta deformidades.

Central Estadual de Transplantes do Estado do Paraná

Curitiba (41) 3304-1900

E-mail: sesatran@sesa.pr.gov.br

http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=2929

 

Ministério da Saúde

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=9447&Itemid=480

Campanhas

https://www.youtube.com/watch?v=1SBjjdyEH_A