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Setor de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente promove atividade sobre prevenção de infecções

HIGIENE É ESSENCIAL

Setor de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente promove atividade sobre prevenção de infecções

Uma tenda montada no hall de entrada do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), uma “caixa da verdade”, uma árvore com folhas de papel e um sapato junto à mesa posta para o almoço. Todos esses itens inusitados tinham como objetivo chamar a atenção do público e conscientizar as pessoas sobre a importância da higienização das mãos e do aparelho celular. A iniciativa faz parte das atividades promovidas pelo Setor de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente (SVSSP) junto com o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) para marcar os meses de abril e maio sobre prevenção de infecções e segurança do paciente .

Sob o olhar atento das enfermeiras, o álcool gel com luminol ficava disponível para as pessoas fazerem a fricção das mãos e depois as colocarem dentro da “caixa da verdade”. Com a ajuda da luz negra, era possível verificar as partes corretamente higienizadas e as que não foram bem limpas.

O mesmo produto era aplicado nas mãos daqueles que optaram por entrar na “tenda da verdade”. A ideia era a mesma, mas lá a ajuda visual com desenhos de bactérias e instruções sobre a higiene das mãos, complementava a atividade.

Em um banner com o desenho de uma árvore, os servidores podiam adicionar aos galhos pequenas folhas de papel adesivo em que respondiam a seguinte pergunta: Como eu posso contribuir para a segurança do paciente?

- A ideia é que essa árvore seja itinerante. Passe por todos os andares do hospital para que o Núcleo possa catalogar qual o entendimento que os profissionais têm em relação a segurança do paciente - afirma a enfermeira Noeli Landerdahl.

Além da importância da higiene pessoal, manter as mãos limpas, outro ponto abordado pela equipe foi sobre necessidade da higienização dos telefones celulares dos servidores, pacientes e acompanhantes. De acordo com uma pesquisa realizada pelo biomédico Roberto Figueiredo (Dr. Bactéria), o aparelho pode ter até o dobro de bactérias que a sola de um sapato. Tudo isso porque o celular acompanha a maior parte das pessoas em diversas atividades cotidianas, desde a ida ao banheiro até a hora de dormir, promovendo a chamada infecção cruzada, se não for bem limpo. Para afastar essa possibilidade, medidas simples são fundamentais, como por exemplo, colocar a capa do aparelho em um recipiente com detergente e depois lavá-la com água. No caso do aparelho em si podem ser usados o álcool em sachês ou um papel toalha molhado de álcool gel.

 

Texto e fotos: Júlia Goulart, acadêmica do Curso de Jornalismo da UFSM e bolsista da Unidade de Comunicação do HUSM.

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