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Adorno Zero passa a valer para todo o Hospital Universitário Walter Cantídio

A PARTIR DE MAIO

Adorno Zero passa a valer para todo o Hospital Universitário Walter Cantídio

Atenção, colaboradores, residentes, internos e estagiários do Hospital Universitário Walter Cantídio! A partir deste mês de maio, o uso de adornos nos ambientes do HUWC está proibido para todos, independentemente da área de atuação (médica, assistencial ou administrativa), de acordo com a Portaria-SEI nº 98, de 13 de maio de 2019.

Conforme o Guia Técnico de Riscos Biológicos do Ministério do Trabalho – NR nº 32, são considerados adornos: alianças, anéis, pulseiras, relógios de uso pessoal, colares, brincos, broches e piercings expostos. Essa proibição estende-se a crachás pendurados com cordão e gravatas. Segundo a Nota Técnica nº157/2010/CGNOR/DSST/SIT, os óculos de grau não são adornos. No entanto, cordões ou correntes utilizadas nos óculos devem ser vedados. Leia a portaria na íntegra aqui.

Segundo a gerente de Atenção à Saúde do HUWC, Josenília Maria Alves Gomes, campanhas de conscientização com a comunidade hospitalar sobre o não-uso de adornos no Hospital ocorrem desde 2016, quando foi publicada a Portaria 137. “Entendemos que, para avançarmos nesse tema, precisamos expandir para as demais áreas profissionais e passar a aplicar medidas disciplinares. Temos uma vasta legislação no Brasil disciplinado essa questão dos adornos. Não faz sentido, como hospital de ensino, não seguirmos, todos nós, essas normas”, avalia.

Visão semelhante apresenta Ana Paula Torres do Nascimento, psicóloga e chefe da Unidade de Desenvolvimento de Pessoas do Complexo Hospitalar da UFC/Ebserh. Para ela, “temos de aderir a toda e qualquer política institucional, independentemente de onde estamos lotados. Também fazemos parte da área assistencial quando recebemos o profissional que lida diretamente com o paciente, por isso precisamos aderir. Não deve haver segregação. Se é para um, é para todos. A gente precisa ser exemplo em tudo. Afinal, somos um hospital-escola”.

Na avaliação de Jeruza Lima, enfermeira e chefe da Unidade do Sistema Cardiovascular do HU, se é norma, precisa ser cumprida na sua integralidade. “Apesar de entender que a atenção deve sair ainda maior em áreas críticas, como UTI e centro cirúrgico, acredito que, no geral, a portaria vai ajudar a instituição a reduzir os indicadores de infecção hospitalar”, destaca Jeruza. É o que também pensa Fernanda Nogueira, médica reumatologista e chefe da Unidade de Clínica Médica do HUWC. A médica ainda faz uma sugestão às mulheres: “Caprichem na maquiagem que dá tudo certo”, aconselha.

SERVIÇO:

Acesse aqui a Portaria-SEI nº 98/2019.