Notícias Notícias

Voltar

MEAC faz balanço dos primeiros meses de enfrentamento à Covid-19

Seis meses no Brasil

MEAC faz balanço dos primeiros meses de enfrentamento à Covid-19

     Fortaleza, 26 de agosto de 2020 – Quando dava as 18 horas, 60 familiares – que antes andavam meio ausentes - formavam uma corrente de oração por Larissa Gomes. Foi assim por mais de 30 dias, enquanto a vendedora, de 24 anos, esteve internada com covid adquirida durante a gravidez. “De tudo a gente tira um lado bom, né? A minha família ficou mais unida”, comenta. E toda história tem mesmo dois lados: Nas casas, muita fé; nas UTIs onde estiveram Larissa e o filho Ravih, muito trabalho exaustivo das equipes multiprofissionais que desafiavam os prognósticos. Ela foi uma das 146 gestantes ou puérperas internadas por covid-19 na Maternidade-Escola Assis Chateaubriand (MEAC), do Complexo Hospitalar da UFC/Ebserh, de março a julho de 2020. Hoje completam-se seis meses do primeiro caso de covid-19 confirmado no Brasil, e os Hospitais Universitários seguem cumprindo o seu papel no enfrentamento à doença.

     Larissa chegou à MEAC com covid em estado grave, na 31ª semana de gestação. Foi submetida a uma cesárea de emergência. Passou por intubação, pneumonia, hemodiálise, parada cardíaca... o bebê, prematuro, precisou ser reanimado e ficou internado durante um mês. “Em nenhum momento perdi a esperança, sabia que estava nas melhores mãos”, relata.  Quando o bebê estava tendo alta, ela saía da UTI para a enfermaria, onde passou mais oito dias.  A chegada em casa teve festa e balões brancos. Toda a rua se preparou para recebê-la. Larissa reaprendeu a falar e a andar e segue em recuperação enquanto o bebê ganha peso bem. “Estou melhorando sempre e Ravih é um menino muito esperto e saudável. Não tenho palavras para agradecer à MEAC”, diz, comemorando os dois meses do nascimento.

Larissa e o marido, Danilo, durante a internação na enfermaria e comemorando os 2 meses do filho. (Fotos da família)

     Para que essa qualidade na assistência fosse possível em meio a uma pandemia tão devastadora, as áreas assistenciais, administrativas e de ensino e pesquisa do Complexo, que também é composto pelo Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC), tiveram que se reinventar para enfrentar a covid-19, o seu maior desafio em décadas de existência.

     Em meio a tantas incertezas, quando a pandemia se instalou ficou pactuado com gestores estaduais e municipais que as maternidades de alto risco, com o é o caso da MEAC, manteriam a assistência respeitando o mapa de vinculação das gestantes, e cada unidade ficaria responsável por se estruturar para o atendimento ao coronavírus, sem que nenhuma fosse referência exclusiva.

     Essa decisão deveu-se às próprias características da assistência obstétrica, como impossibilidade de postergar procedimentos, atuação de várias especialidades simultaneamente e o itinerário das gestantes dentro da própria instituição. “Ela pode, no ato de uma rotura de membranas e síndrome gripal, transitar por pronto atendimento; em seguida enfermaria; quando desencadear trabalho de parto irá para o centro obstétrico, podendo necessitar de centro cirúrgico, sala de recuperação pós-anestésica, e novamente enfermaria”, exemplifica o gerente de Atenção à Saúde da MEAC, Edson Lucena.

     De março a julho, 400 gestantes e puérperas com suspeita de covid foram atendidas no serviço de pronto-atendimento. Para tanto, foram realizadas várias adequações assistenciais e de infraestrutura. Uma segunda área de recepção, com espaço exclusivo para atendimento de gestantes com síndrome gripal, foi criada na Emergência. Profissionais médicos dos ambulatórios foram remanejados para o pronto-atendimento para dar celeridade após a classificação de risco; também houve incremento no número de profissionais realizando exames complementares e de ultrassonografia para reduzir o tempo de espera e evitar aglomeração. Enfermeiros e técnicos de Enfermagem lotados nos ambulatórios foram dar suporte a outras áreas, em ações como vacinação, composição de kits de EPIs, e também reforçaram o atendimento na triagem das pacientes do pré-natal de alto risco e no Banco de Leite Humano, serviços que nem sequer diminuíram seu ritmo de atendimento.

     Segundo o Superintendente do Complexo, Prof. Carlos Augusto Alencar Júnior, profissionais do assistencial e do administrativo executaram uma sinfonia harmônica de compromisso e entrega. "Professores foram mestres de inovação e criatividade. Alunos amadureceram antes do tempo, mas na hora certa. Tivemos perdas irreparáveis, mas vivemos em poucos meses os avanços de décadas em ciência e gestão. Vencemos dia a dia porque tivemos a missão mais motivadora: salvar vidas e devolver nossos pacientes com saúde às suas famílias", disse. 

     Na Unidade de internação, uma enfermaria de sete leitos foi transformada para receber exclusivamente gestantes com síndrome gripal, tudo planejado com capacidade de ampliação para mais 25 leitos neste mesmo pavimento em caso de necessidade. A UTI materna passou por uma ampla intervenção de melhoria, enquanto os quatro leitos foram deslocados do 2º para o 1º pavimento, possibilitando o aproveitamento dos dois leitos de isolamento respiratório que já havia e que estão equipados com antecâmara, pia e dispensadores, filtro hepa e pressão negativa.

     Uma enfermaria foi transformada em área de paramentação dos profissionais e foi organizada uma área para atividades administrativas da UTI. No retorno da Unidade para o 2º andar, no início de julho, passaram a ser disponibilizados cinco leitos permanentemente, sendo um de isolamento, todos atendendo às especificações padronizadas pela Anvisa. Vale ressaltar que a média de internação na MEAC manteve-se alta durante todo este período, dentre outros motivos, por ser a instituição uma referência em gestação de alto risco.

     No Centro Obstétrico, foram reservados dois leitos pré-parto, parto e pós-parto (PPP), com equipe exclusiva para assistência a pacientes suspeitas de Covid. A nova formatação funcionou tão bem que a média de partos mensais na instituição se manteve igual ao mesmo período dos anos anteriores, e 2.209 bebês nasceram na MEAC nestes cinco meses.

Isabela e Yasmim são dois dos 2.209 bebês nascidos na MEAC na pandemia. 
(Foto: Patrícia Avelar e Vanusa Aguiar).

     Por recomendação das autoridades de saúde, foram suspensas as consultas e cirurgias eletivas, ou seja, aquelas que podem ser reagendadas sem maiores riscos aos pacientes. Os demais atendimentos (consultas e cirurgias de urgência e oncológicas, partos, entre outros), tanto em adultos, quanto em recém-nascidos, foram mantidos com a readequação de pessoal e de infraestrutura física. Os atendimentos ambulatoriais e as cirurgias eletivas passaram a ser reagendados em junho e realizados, de forma paulatina e segura, a partir do dia 1º de julho.

     No Centro cirúrgico foi montada uma Sala de Recuperação Pós-Anestésica adicional e uma sala cirúrgica exclusiva para assistência às pacientes suspeitas de covid. A Unidade Canguru deu lugar a Unidade Neonatal de Médio Risco I que foi aproveitada para a Unidade II. Esta deu lugar à Covidinho, uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal em isolamento para até seis recém-nascidos de mães com suspeita ou confirmação de infecção por Covid, mesmo sem descrição de transmissão vertical. Atualmente, as unidades voltaram ao seu lugar de origem, a Canguru está reativada com novas instalações elétricas e de gases medicinais e a Covidinho tem três leitos, ocupando uma enfermaria do 1º andar.

     A Superintendência do Complexo instituiu, em março, o Comitê de Enfrentamento à covid-19 com representantes de todas as gerências, que já lançou o Plano de Contingência da Covid-19 do Complexo Hospitalar da UFC/Ebserh, o Plano de Cuidados para a Saúde Mental do Colaborador durante a Pandemia (Conectados) e o Plano de Retomada Responsável das Atividades para o Complexo Hospitalar da UFC. Com sua orientação, foram elaboradas e divulgadas normas, comunicados, portarias, peças de comunicação e boletins informativos para comunicar diariamente aos colaboradores as condutas adotadas. 

Inicialmente presenciais, depois virtuais, as reuniões do Comitê de Enfrentamento à Covid-19 analisam e deliberam sobre ações de combate à pandemia (Foto: Unidade de Comunicação Social do HUWC)

Inicialmente presenciais, depois virtuais, as reuniões do Comitê de
Enfrentamento à Covid-19 analisam e deliberam sobre ações de combate à pandemia.
(Foto: Unidade de Comunicação Social do HUWC)

     As escalas de trabalho tiveram de ser reorganizadas em todos os setores. Além do aumento da demanda de atendimento, o afastamento de alguns colaboradores vulneráveis por questão de saúde ou social, foi amenizado com a contratação de 33 profissionais, entre técnico de enfermagem, técnico em análises clínicas, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, médico em anestesiologia e em clínica médica via Processo Seletivo Emergencial da Ebserh para atendimento específico de Covid. De maio a julho também foram incorporados nove profissionais concursados, que melhoraram o remanejamento de colaboradores para compor as equipes de outros atendimentos.Mais de 200 novos documentos foram elaborados especificamente relacionados à covid, como protocolos, fluxos, rotinas, informes e planos, todos disponíveis no site da MEAC. Também foram realizados 213 treinamentos de colaboradores para a segurança do paciente e dos profissionais e residentes, com 1.513 participantes e a implementação das rotinas assistenciais teve monitoramento constante.

     A internet tem sido grande aliado na viabilidade deste enfrentamento, com a realização de atividades à distância e na melhor disseminação das informações, tão necessária neste momento de atualizações. O tradicional Curso de Gestantes do Banco de Leite Humano passou a ser promovido online, viabilizando a capacitação de 208 gestantes não só de Fortaleza, mas também de outras cidades em nove lives.

     A Semana Mundial do Aleitamento Materno este ano também precisou de algumas adaptações. As atividades consideraram a participação online e os cursos tiveram suas vagas reduzidas, para respeitar as normas de distanciamento social.Ainda assim, foram 143 atividades, programação iniciada com uma live no perfil do Complexo Hospitalar no instagram, com a participação de quase 300 pessoas.

     As visitas virtuais, implementadas primeiramente na UTI neonatal e depois expandidas para a UTI materna, uniam pacientes e familiares, numa força conjunta pela rápida recuperação. Um projeto da Unidade de Atenção Psicossocial usou tablets para a realização de videochamadas que amenizavam a saudade, tranquilizavam os parentes e contribuíam para a evolução do paciente. O projeto ganhou a mídia nacional, chegando a ser destaque no Globo.com, Jornal Hoje, O Estado de S.Paulo e Revista Crescer, entre outras publicações.

                           

                        Visita virtual na UTI Materna da MEAC (Foto: Marília Quinderé)            /           Visita virtual na UTI Neonatal foi destaque na  Folha de São Paulo de 17/04/2020

     No Ensino, “A sessões clínicas passaram a ser realizadas de forma remota nas diversas áreas das Residências Multiprofissional e Médica, possibilitando a discussão e a emissão de pareceres de casos clínicos entre residentes e seus preceptores”, descreve o gerente de Ensino e Pesquisa do Complexo Hospitalar da UFC, Renan Magalhães Montenegro Júnior.

     Houve uma intensa programação no Centro de Simulação Realística para os colaboradores dos dois hospitais, em 30 cenários clínicos simulados no Laboratório de Habilidades, com 89 participações de alunos de graduação do Curso de Medicina da UFC; 7 treinamentos em Laboratório de Habilidades Cirúrgicas, com 36 participantes; e capacitação de colaboradores utilizando manequins da simulação.

O Centro de Simulação Realística realizou treinamentos e cenários clínicos simulados.
(Foto: Marília Quinderé)

     O Curso de Boas Práticas Clínicas, de carga horária de 20h, foi realizado totalmente online, com participação efetiva de 40 profissionais envolvidos nesta área de atuação. Já o Seminário de Pesquisa Clínica realizou 10 aulas (1/semana) de maneira remota

     A GEP lançou a série Inova Ensino, que apresenta as estratégias criadas para manter a excelência na formação de profissionais nas áreas da saúde durante a pandemia. Já foram veiculados nas redes sociais do Complexo quatro vídeos de curta duração, gravados junto ao corpo de supervisores e coordenadores dos programas de residência médica e multiprofissional e professores da UFC.

     O Complexo Hospitalar da UFC/Ebserh adquiriu 20 ventiladores portáteis com filtragem HEPA. Esses equipamentos são necessários para manter a pressão negativa com filtragem absoluta nos locais destinados ao recebimento de pacientes acometidos de covid-19, cumprindo o que recomendam as normas de tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde e a Anvisa.

     A limpeza de superfícies de alto toque em áreas comuns foi intensificada e também foi providenciada a disponibilização de álcool em gel para higienização das mãos em todas as entradas dos hospitais, inclusive ambulatórios, e ainda em áreas comuns, como corredores, hall e próximo aos relógios de ponto eletrônico.

     Foi disponibilizado um maior número de lixeiras para segregação dos resíduos nos isolamentos. Houve a identificação das bambonas com resíduos infectantes oriundos de áreas de isolamento Covid e a frequência de coleta interna passou de três para seis por dia. Para a acomodação dos enxovais hospitalares sujos coletados nas áreas de isolamentos Covid, passou a ser feita a identificação das gaiolas para segregação correta e envio diferenciado à empresa terceirizada contratada.

     Ainda como parte do plano de ação da Hotelaria, foram disponibilizados: maca exclusiva para transporte de óbitos de pacientes com covid-19, conjuntos privativos e toalhas para banho para todos os profissionais que trabalhavam em áreas específicas de atendimento a paciente com covid. Os colaboradores participaram de treinamentos internos sobre rotinas de limpeza, paramentação e desparamentação e externos, com a equipe da empresa terceirizada contratada. Foram destinados colaboradores exclusivos para as áreas de isolamento no Complexo Hospitalar da UFC/Ebserh.

     Conforme explica a gerente administrativa do Complexo Hospitalar, Eugenie Néri, a aquisição, o abastecimento e a disponibilização de EPIs, insumos e demais produtos e serviços foram garantidos conforme protocolos institucionais, de modo a suprir o Complexo Hospitalar e prover maior segurança a colaboradores e pacientes. Houve o investimento de R$ 9,7 milhões em EPIs, equipamentos, insumos e materiais farmacológicos para o enfrentamento da covid-19 no Complexo Hospitalar.

Estudos, levantamentos e ajustes nos processos administrativos fazem parte da rotina de
enfrentamento à covid-19 no Complexo Hospitalar do Ceará  (Fotos: Marília Quinderé)

     Em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), o Complexo participou do desenvolvimento de protetores faciais. Na oficina de costura do Complexo, foram fabricados aventais e porta-máscaras.

Cerca de 590 colaboradores do HUWC e da MEAC participaram das sessões de práticas integrativas (Fotos: equipe Projeto Conectados)

O ambulatório covid, exclusivo para colaboradores, realizou mais de 4 mil atendimentos 
(Foto: Marília Quinderé)

Os nomes da enfermeira Clevanice Norte e de todos os demais colaboradores
da MEAC foram incluídos em uma homenagem da Gerência de Atenção à Saúde,
que instalou um grande painel de agradecimento. (Foto: Juliana Comaru)

     Valorização do Colaborador

     O Projeto Conectados, de cuidados com a saúde mental do colaborador, criado em março, desenvolveu uma série de ações, entre elas: material psicoeducativo sobre cuidados com a saúde mental; 14 vídeos com dicas sobre o manejo das emoções para o autocuidado, atividades físicas e técnicas de respiração para redução do estresse; plantões psicológico e psiquiátrico e práticas integrativas, com 750 atendimentos realizados; palestra sobre cuidados com a saúde mental durante a pandemia nas integrações, com 136 participantes; instalação de murais da gratidão; 3 encontros virtuais; e realização de pesquisa para avaliar o impacto da Covid-19 na saúde mental dos colaboradores do CH-UFC, com 872 colaboradores respondentes.

     Mais de 2 mil laudos de insalubridade / periculosidade foram emitidos pela Unidade de Segurança Ocupacional e Segurança do Trabalhador. Em abril, foi iniciada a distribuição de álcool glicerinado 70% de forma individualizada aos colaboradores e, a partir de julho, pacientes e acompanhantes também passaram a receber. Ao todo, foram distribuídos 1.454 frascos na MEAC. Foi adquirido um equipamento que permite envasar álcool em gel de forma automatizada, no valor de, aproximadamente, R$ 14,5 mil oriundos da Ebserh. Com isso, o Complexo garantiu autonomia no envasamento deste produto. Foi criada uma central de distribuição de EPIs com funcionamento 24h por dia para profissionais e internos com atuação nos dois hospitais do Complexo. O Ambulatório Covid para atendimento exclusivo a colaboradores do Complexo realizou mais de 4 mil consultas e testes rápidos para diagnóstico da doença.

     Foram realizadas ações de valorização e suporte ao colaborador da linha de frente, como a doação de pizzas de chocolate na Páscoa e de 850 lanches do McDonalds. Em outra oportunidade, o pianista Felipe Adjafre levou o projeto Pôr do Sol Fortaleza para a frente do HUWC e da MEAC onde, de cima de um caminhão, levou música em gratidão ao trabalho dos profissionais no combate à Covid. 

     As Unidades de Comunicação Social Complexo realizaram diversas campanhas internas e externas de apoio aos trabalhadores, como a #VaiFicarTudoBem. Com mensagens motivacionais publicadas em todos os canais internos e externos do Complexo Hospitalar da UFC expressando o orgulho e o apoio dos familiares aos que estavam dedicados ao trabalho nos hospitais. Numa segunda fase, a campanha captou vídeos de artistas de projeção local e até nacional. Cerca de 40 vídeos de personalidades como Wesley Safadão, Tom Cavalcante e Diogo Nogueira foram publicados nos canais internos e externos do Complexo. A imprensa deu destaque à iniciativa, que também teve a adesão de outros hospitais da Rede Ebserh.

Sobre a Ebserh

     O Complexo Hospitalar da UFC/Ebserh, formado pelo Hospital Universitário Walter Cantídio e a Maternidade-Escola Assis Chateaubriand, faz parte da Rede Hospitalar Ebserh desde novembro de 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. 

     Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e, principalmente, apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas. Os hospitais universitários são, por sua natureza educacional, campos de formação de profissionais de saúde. A Rede Hospitalar Ebserh não é responsável pela totalidade dos atendimentos de saúde do país, apenas atua de forma complementar ao SUS.

 

 

Unidades de Comunicação Social do Complexo Hospitalar da UFC/Ebserh